quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Momento de reflexão!!

ABANDONO, UMA AGRESSÃO AO ANIMAL E À SOCIEDADE

Várias situações poderão levar uma pessoa a tomar esta atitude tão condenável. Em muitos casos, está diretamente ligado à impulsividade. A pessoa se encanta com o filhote e, esquece que, até ele se tornar um animal adulto, ele necessita de muitos cuidados. Ao se deparar com as tarefas do diaadia, acabam desistindo do animal. Existem, também, casos de pessoas que adquirem o animal buscando através dele status, e depois se cansam do animal e os descartam como um objeto que não tem mais utilidade.Outras pessoas acabam adotando o animal e por questões financeiras, acabam não tendo como mantê-los e acabam dando a ele a chance de buscar outro dono, ou seja, o entregando a própria sorte. Outro fator que favorece o abandono é a mudança de casa ou o envelhecimento do animal.
Infelizmente o abandono está aumentando no Brasil, inclusive raça pura e pedigree, que já foram garantia de conforto e bons tratos para cães e gatos,hoje não são mais. Atualmente, 30% dos animais abandonados não têm nada de vira-latas. São Poodles, Rottweilers, Huskies Siberianos, Cocker Spaniels e outros.
Uma atitude reprovável é praticada por pessoas que entregam o animal num abrigo ou em Centros de Controle de Zoonoses – CCZs na busca de uma solução fácil e imediata, sendo que umas, até mesmo, jogam simplesmente os filhotes na porta. Abrigo não é solução, é problema gerado pelo descaso social. Do lado oposto dequem sonha montar um, existe a crença das pessoas em geral de que basta pegar um animal na rua e colocá-lo num abrigo para resolver o problema. Se visitassem o abrigo, mudariam de ideia, pois conheceriam a triste realidade: centenas de animais brigando por comida, muitos doentes, e até casos de canibalismo gerados pela fome.
Faz-se necessário implantarmos uma campanha educativa, através da qual será salientada a importância da posse responsável e do controle da natalidade, tornando “CADA CIDADÃO RESPONSÁVEL PELO SEU ANIMAL”, o qual precisa de identidade, não só de um teto, mas de carinho e respeito, e principalmente de liberdade para correr, brincar e se sentir importante na vida de quem o criou. A natureza faz o filhote, mas o homem forma o cão. O animal não precisa de DOAÇÕES para garantir seus direitos legais, mas de AÇÕES que visem valorizá-lo na sociedade.
Um dos países com experiências consideradas modelo para OMS é a Costa Rica, onde os donos de cães podem pegar até 3 anos de cadeia se não cumprirem com a determinação de cuidar de seus animais.

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